Agência UFC

Saúde

Saúde Pública: por que é tão difícil combater o Aedes aegypti?

Entenda as dificuldades de combater o mosquito causador da dengue, chikungunya e outras doenças

O Aedes aegypti transformou-se em um grande vilão para a saúde pública, uma vez que além da dengue, também é capaz de transmitir outras doenças, como febre amarela, zika e chikungunya. Esse mosquito originário da África consegue se adaptar bem em ambientes urbanos e em regiões tropicais e subtropicais. Possui menos de um centímetro de comprimento, cor preta, manchas brancas nas pernas e apresenta hábitos diurnos. A fêmea desse animal precisa beber sangue humano para concluir o amadurecimento das cascas dos ovos, que, após a postura, conseguem resistir por um ano em estado de latência até serem preenchidos por água limpa e parada e eclodirem para originar as larvas.

O infectologista Ivo Castelo Branco, coordenador do Núcleo de Medicina Tropical da UFC, explica por que é tão difícil combater esse mosquito e defende a responsabilidade compartilhada dos governantes e da população para ajudar na prevenção das doenças causadas por esse vetor.

Ouça a seguir o quadro Agora Você Sabe, da Rádio Universitária FM 107,9 MHz.

Agência UFC 8 de maio de 2017

Assuntos relacionados

Folha de quixaba (Foto: Pedro Everson de Aquino) O poder cicatrizante da quixaba

Composto retirado das folhas da planta apresentou efeito antioxidante, anti-inflamatório e cicatrizante em estudo in vitro e em queimaduras superficiais em camundongos

Paciente sentado e com as mãos cruzadas recebendo o acompanhamento de estudante de fisioterapia (Foto: Viktor Braga/UFC) Reabilitação motora para sobreviventes de AVC

Através de atendimento presencial e por aplicativo, projeto da Faculdade de Medicina oferece fisioterapia a pessoas que tiveram acidente vascular cerebral

Pesquisadora analisa em laboratório DNA de célula de agricultor que utiliza agrotóxico de forma frequente (Foto: Ribamar Neto/UFC) Como o uso de agrotóxicos pode enfraquecer o nosso DNA

Segundo pesquisa desenvolvida na UFC, agricultores em contato com as substâncias de cultivo estão mais suscetíveis a neoplasias