Agência UFC

Saúde

Entenda a diferença entre água mineral e a adicionada de sais

Apesar de ambos serem normatizados e autorizados, há uma distância considerável entre os dois tipos de água

Muita gente não sabe, tampouco percebe, mas nem toda água engarrafada é mineral. Muito da que se compra hoje é água adicionada de sais. Apesar de ambos serem normatizados pelo Ministério da Saúde e autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), há uma distância considerável entre esses dois tipos de água, no que se refere à forma de captação, às características físicas e ao controle de qualidade.

A água mineral é captada pura no subsolo, não aceita nenhum tratamento ou aditivo químico e tem padrões mais rígidos de potabilidade e de testes para presença de micro-organismos.

No quadro Agora Você Sabe, da Rádio Universitária FM 107,9 MHz, a Profª Evânia Figueiredo, do Departamento de Tecnologia de Alimentos da UFC, aborda essa diferença entre água mineral e água adicionada de sais, informação essencial para fundamentar a escolha do produto que o consumidor leva para casa.

Agência UFC 25 de maio de 2017

Assuntos relacionados

Silhueta de uma grávida, aparecendo do tronco à pelve, em fundo amarelado (Foto: Divulgação) Como o uso de drogas na gravidez afeta comportamento e postura de recém-nascidos

Pesquisa com 43 bebês filhos de dependentes químicas mostra que grande parte dos recém-nascidos apresenta postura patológica, irritabilidade extrema e dificuldade de dormir

Pesquisador em laboratório segurando um tubo, com medicamentos sem foco em primeiro plano (Foto: Jr. Panela/UFC) A melhora da eficiência no combate à tuberculose

Laboratório da UFC estuda formas de melhorar o atual tratamento da tuberculose, doença que ainda afeta 10 milhões de pessoas por ano

Profissional fazendo coleta de sangue no pé de uma criança Não consumir leite de vaca e não tomar remédios contra vermes aumentam riscos da tripla carga da má nutrição, revela estudo

Primeiro levantamento do país sobre o tema aponta que crianças menores de dois anos são mais vulneráveis e que tabagismo e ultraprocessados são fatores de risco